Programa Especial “Dia dos Pais”

Tema: O Amor do Pai

Hino: Brados de Júbilo – nº 259 “O amor de Deus”

Coletânea Bíblica.

Vede que grande amor nos tem concedido o Pai, a ponto de sermos chamados filhos de Deus, e, de fato, somos filhos de Deus. Por essa razão, o mundo não nos conhece, porquanto não o conheceu a ele mesmo (I João 3: l). Amados, agora somos filhos de Deus e ainda não é manifestado o que o que haveremos de ser. Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele, porque assim como é o veremos (I João 3:2).

Amados, amemo-nos uns aos outros, porque o amor procede de Deus, e todo aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor. Nisto se manifestou o amor de Deus em nós, em haver Deus enviado o seu Filho unigênito ao mundo, para vivermos por meio dele.

Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou seu Filho como propiciação pelos nossos pecados. Não ameis o mundo nem as coisas em que há no mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele (I João 2:15). Acima de tudo isto, porém, esteja o amor, que é o vínculo da perfeição (Col.3:14).

Aquele que confessar que Jesus é o Filho de Deus, Deus permanece nele, e ele, em Deus (I João 4:15).

E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus, a quem enviaste (Jo 17:3). Não rogo somente por estes, mas também por aqueles que vierem a crer em mim, por intermédio da sua palavra, a fim de que todos sejam um, como és tu, ó Pai, em mim e eu em ti, também sejam eles em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste (Jo 17:20 e 21)

Pai, a minha vontade é que onde eu estou, estejam também comigo os que me deste, para que vejam a minha glória que me conferiste, porque me amaste antes da fundação do mundo. Pai justo, o mundo não te conheceu, eu, porém, te conheci e também estes compreenderam que tu me enviaste.

Eu lhes fiz conhecer o teu nome e ainda o farei conhecer, a fim de que o amor com que me amaste esteja neles, e eu neles esteja (Jo 17:24-26). Amém.

Oração: “Pai Nosso” – feita por uma criança.

Sugestão vídeo – Carta de amor ao Pai: http://www.youtube.com/watch?v=s4ozormc8mA

Louvor: Grupo do Dijap – 2 louvores (relacionados com a data – Dia dos Pais e o amor de Deus para com seus filhos)

Peça: Filho Pródigo
Cenário: Sala de estar.
Personagens: Pai, dois filhos, criado e alguns empregados.

Narrador: No evangelho de Lucas, no capítulo 15, encontramos a parábola do filho pródigo. Ainda hoje, esse problema se repete em algumas famílias. Filhos que abandonam o conforto de seu lar e saem à procura de “liberdade”. Outros, não vão embora, mas rejeitam os ensinamentos de seus pais. A parábola nos conta… “Certo homem tinha dois filhos, o mais moço deles disse ao pai:

Cena I – Na sala, pai e filhos conversando.

Filho: Pai dá-me a parte dos bens que me cabe.

Narrador: E ele lhes repartiu os bens. Passado não muitos dias, o filho mais moço, ajuntando tudo o que era seu, partiu para uma terra distante e lá dissipou todos os seus bens, vivendo dissolutamente.

Enquanto o narrador lê, o filho deve sair com a mochila nas costas, demonstrando assim que está de partida. Preparar slides, onde se devem mostrar cenas de um jovem se “divertindo” em festas, jogos, também cenas onde aparecem jovens com bebidas, em salão de danças e em seguida cenas de um jovem cuidando de porcos. Mostrar enquanto o narrador segue contando a história.

Narrador: Depois de ter consumido tudo, sobreveio àquele país uma grande fome, e ele começou a passar necessidade. Então, ele foi e se agregou a um dos cidadãos para guardar porcos. Ali, desejava ele fartar-se das alfarrobas que os porcos comiam, mas ninguém lhe dava nada. Então, caindo em si disse:

Cena II – Entra o filho, com roupas sujas e maltrapilhas, com semblante abatido e triste, mostrando estar com fome.

Filho: Os trabalhadores de meu pai tem pão com fartura e eu aqui morro de fome. Levantar-me-ei, irei ter com meu pai e lhe direi:
_ Pai pequei contra o céu e diante de ti, já não sou digno de ser chamado teu filho.

Narrador: Vinha ele ainda longe, quando seu pai o avistou. Com muita pena do filho, correu, e o abraçou e beijou.

Filho ao Pai: Pai, pequei contra o céu e diante de ti, já não sou digno de ser chamado teu filho.

Pai: Trazei depressa a melhor roupa, vesti-o, ponde-lhe um anel no dedo e sandálias nos pés, trazei também e matai o novilho cevado, comamos e regozijemo-nos, porque este meu filho estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado.

OBS: Todos saem de cena.

Narrador: Lugar distante pode-se entender como um lugar longe da igreja. A exemplo do filho pródigo, aquele que se desliga do corpo torna-se um membro sem função e sem apoio. Contamina-se com prazeres passageiros que levam à perdição e ao fracasso espiritual. Sente fome e sede de Deus. O mundo não tem alimento para lhe dar. Acaba num chiqueiro, comendo bolotas de comidas que seriam lançadas aos animais. Para quem estava acostumado a se fartar na mesa do Senhor, a provar alimento sólido, sentir a graça de Deus, agora num lugar distante só pode se alimentar de bolotas, ou seja alimentos contaminados. Porém, o seu próprio estado de carência o leva à decisão acertada. Olhando os seus farrapos e a sua imundície, o filho pródigo lembra-se da fartura que havia na mesa do pai. Até os empregados da fazenda eram bem tratados e tinham o suficiente para viverem com tranqüilidade. Ele decidiu, então, voltar para o pai. Este relacionamento de amor, demonstrado pelo pai, mostra o amor e o perdão de Deus por seus filhos. A palavra de Deus nos diz que até nós que somos maus sabemos dar boas dádivas aos nossos filhos, quanto mais nosso Pai Celestial não nos dará o que pedirmos? Durante todo o tempo que o crente fica afastado da casa do Pai Celestial, ele continua sendo motivo de interesse do Senhor. O amor de Deus por um de seus filhos é muito maior, incomparavelmente maior do que tudo quanto este fez de ruim. Deus é amor e, sem Ele o amor não existiria. A base do amor é a entrega voluntária, ativa, parcial, sacrificial, como Deus fez ao dar seu filho para nossa redenção. Ser amado por Deus significa que ele colocou seu olhar sobre nós e ativamente nos atrai para si em todos os momentos. O alvo do amor de Deus é ter seus filhos juntos com Ele durante toda a eternidade. Ele nos presenteou e tornou possível a realização desse alvo através do sacrifício de Jesus na cruz. Deus sempre está pronto para perdoar a todos que, arrependidos, queiram voltar para a casa do Pai. Ele não desiste de você.

Cena III – Todos voltam para a sala de estar. Pai e filho mais novo, já bem vestido e alguns empregados, todos devem demonstrar alegria, abraçando o rapaz e conversando com ele.

Canta-se o Hino: 343 – Dia Festivo.

Na última estrofe do hino, o filho mais velho entra em cena, surpreso, pois não sabe o que está acontecendo. Após o término do hino, continua apenas um fundo musical e o narrador segue.

Narrador: Ora, o filho mais velho estivera no campo, e quando voltava, ao aproximar-se da casa, ouviu a música, chamou um dos criados e perguntou-lhe o que estava acontecendo.

Criado: Veio o teu irmão, e teu pai mandou matar o novilho cevado, porque o recuperou com saúde.

Filho mais velho para o pai: Há tantos anos que te sirvo sem jamais transgredir uma ordem tua, e nunca me deste um cabrito sequer para alegrar-me com meus amigos. Vindo, porém, esse teu filho que desperdiçou os teus bens com meretrizes, tu mandaste matar para ele o novilho cevado.

Pai: Meu filho, tu sempre estás comigo, tudo o que é meu é teu. Entretanto, era preciso que nos regozijássemos e nos alegrássemos, porque esse teu irmão estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado.

Grupo de Louvor: Nos braços do Pai – Diante do Trono
Mensagem: O Amor de Deus.
Grupo de Louvor: Deus de amor – Diante do Trono
Apelo
Oração
Agradecimentos
Moto Oficial
Bênção apostólica.