Mulher Guerreira

Mulher, árvore genealógica, de toda a criação,

Foi do ventre de uma mulher,

Que nasceu o primeiro varão.

Do ventre de uma mulher,

Nasceu o Senhor Jesus.

Que para nos dar salvação,

Morreu pregado em uma cruz.

Mulher guerreira!

Clama em alta voz, não te detenhas.

Aproveita o tempo da graça,

Antes que os dias maus cheguem,

E o Espírito de Deus retire os trombeteiros da praça.

Levanta a tua voz, como som de trombetas,

A chamar os povos de todas as nações.

Juntando-se todas as mulheres corajosas,

Que tocam clarim e fazem orações.

Clarim é um belo instrumento,

Usado para anunciar, um novo amanhecer,

Ou o final de grandes lutas, com vitórias alcançadas.

Devemos fazer ouvi-lo através de nossas vozes,

Até o dia em que ouviremos dos anjos,

O último toque, com o chamado de Jesus, para nossa retirada.

Devemos nos esforçar tocando nosso clarim,

Somos mulheres de oração!

Nossa jornada é árdua? É sim!

Temos enfrentado lutas, mas temos a proteção,

Do exército de Deus à nossa disposição.

E por nosso general, Jesus Cristo, Rei dos reis,

A vitória já está em nossas mãos.

 

Poesia em prosa – Dsa. Antonia B. Montanheiro

Sofap – São Caetano do Sul (SP)