Outubro Rosa acabou mas deixe rosa o seu ano inteiro!

Outubro Rosa nos remete a detecção precoce do câncer de mama e de colo uterino. O mês está chegando ao fim. Se você não parou para o autoexame, para se cuidar, calma… sempre é tempo de se tocar!!!

Um monumento, o prédio, a mídia, um laço rosa, tudo nos alerta sobre o assunto. Todos se dizem “ROSA” neste mês. A cor de rosa significa romantismo, ternura, ingenuidade, beleza, suavidade, pureza, fragilidade, delicadeza e está, culturalmente, associada ao universo feminino. O Rosa é a cor das emoções, dos afetos, da compreensão, do companheirismo entre outros sentimentos.

Não foi sem propósito a escolha da cor para nos chamar a atenção quanto à importância de cuidarmos da saúde e tornar todos os nossos dias ROSA.

Mas será possível mantermos rosa os demais meses do ano após o outubro Rosa?

Esta é uma pergunta que lançamos a você, cara leitora, que sem se iludir com as fantasias do mundo cor de rosa, deve pensar e ter ATITUTE para realizar os exames preventivos anualmente.

No livro de Provérbios 3:7-8 diz: Não sejas sábio aos seus próprios olhos: Tema o Senhor e evite o mal. Isso dará a você saúde ao corpo e vigor aos ossos. Evitar o mal tem tudo a ver com prevenção. Precisamos nos conscientizar que a doença vem para todos, porém tem tratamento ou mesmo cura, quando diagnosticada precocemente.

Não se envergonhe e faça, anualmente, o preventivo de colo uterino e a mamografia, e se você tem menos que 40 anos, faça um ultrassom das mamas, que é útil para o diagnóstico precoce.

Outro alerta é sobre a importância de uma alimentação saudável. Prefira aos produtos naturais, evite o consumo excessivo de açúcares e gorduras. Soma-se, ainda, a prática de atividade física pelo menos 3 x por semana. Se você não tem esse hábito, comece com uma caminhada de 20 min e vai aumentando a cada dia, e inicie o mais breve possível.

O mês de outubro se encerra e o mundo não é cor de rosa. Fica o alerta e a orientação “outubro ROSA ESTÁ TERMINANDO, MAS DEIXE ROSA O SEU ANO INTEIRO”.

Por: Dsa. Maria Marlene da Rocha Oliveira, enfermeira especialista em Saúde da Família.