O desafio do equilíbrio

Como ser mãe e profissional, sem deixar os filhos em segundo plano

Contudo, a mulher será restaurada dando à luz filhos, desde que permaneçam na fé, no amor e na santidade, com bom senso. I Tim 2:15

Atualmente a mulher se vê diante de um grande desafio: a sociedade cobra um desempenho cada vez maior. É a mulher que tem que cuidar, se cuidar e ainda em algumas situações prover o sustento. Diante da pergunta: “O que você faz?” Há um constrangimento em responder: “Sou do lar! Sou educadora dos meus filhos!” Pois, são papéis que segundo a sociedade, em si mesmos, não se bastam. Há um chamado para fora, há uma necessidade emergente e as mulheres sentem-se impelidas a responder a esse chamado. Mas para atender essa demanda, há um preço a se pagar: Passar de 12 a 14 horas longe dos filhos, cuidados, muitas vezes, por terceiros. Falta tempo para olhar tantas necessidades, em especial, a dos filhos.

Diante desse cenário, se faz necessária uma reflexão, sobre o que de fato temos colocado como em primeiro plano. Nem todas saem por necessidade, muitas estão em busca por realização pessoal, e não há nada de errado nisso. O problema encontra-se quando se deixa em segundo plano seu papel fundamental e tão necessário na vida dos filhos, sua presença. É preciso conciliar essas necessidades, saber separar momentos plenos para os filhos. De fato, estar presente com qualidade. O tempo que nos falta hoje poderá ser cobrado no futuro, com juros extremamente altos. O tempo de refletir é agora, pois sempre há uma escolha que pode ser feita.

Dsa. Rubenita Lacerda Souza, congrega na Residencial Cocaia (Resofap Paulistana Sul) e é psicóloga.

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