Juliana

No mês de maio estávamos numa festa de casamento quando nossa filha Juliana, repentinamente, sentiu-se mal e passou a convulsionar. Nesse momento, um amigo da família que acompanhava tudo de perto, vendo a cena, desesperou-se, tomando-a em seus braços, saiu apressadamente do ambiente e acabou batendo a cabeça da Juliana numa quina da porta de madeira, na região do supercílio, abrindo um pequeno corte, por onde escorreu sangue pelo seu rosto e região da cabeça.

Até então não sabíamos o que havia acontecido de verdade, especialmente por causa do sangramento, estávamos sem saber exatamente de onde vinha, pois naquele momento não era perceptível.

A cena era muito feia. Todos os que a viram ali, ficaram amedrontados. Nossa filha, imóvel, com sangue escorrendo pelo rosto e cabeça, com os lábios e pontas dos dedos roxos, estava gelada e sem respirar. Nós, juntamente com alguns irmãos em Cristo que lá estavam, passamos a clamar a Deus pela Juliana. Imediatamente a levamos ao hospital, desacordada.

A

 

o chegarmos, antes de tirá-la do carro, pela graça de Deus, a Juliana começou a dar os primeiros sinais de que estava recobrando a consciência. Ufa! Que alívio! Glórias a Ti, Senhor!

No atendimento médico de emergência é que foi localizado o corte no supercílio, que precisou de um ponto para ser fechado, estancando definitivamente o sangramento. Do momento em que ocorreu o fato em diante, contamos 18 horas; esse foi o tempo esquecido pela Juliana. Ela, nada se recorda do que aconteceu.

Durante os dias seguintes, feitos os exames médicos recomendados, não havia sinal de nenhuma seqüela, para a glória de Deus. Dois médicos que a acompanharam nos exames ressaltaram que casos assim requerem muitos cuidados, pois a possibilidade de ir a óbito está sempre presente, enquanto não se têm em mãos os exames conclusivos sobre possíveis lesões.

Cremos que o bondoso Deus ouviu as nossas orações.

Hoje o louvamos por esse grande benefício que nos fez. Ele é digno de toda honra e de toda glória!

Somos gratos a todas as pessoas que estiveram ao nosso lado nessas horas tão difíceis que passamos, pela demonstração de carinho e pelas orações que muitos irmãos fizeram em favor da nossa querida filha Juliana.
A Deus seja toda glória!

Pr. Gilberto F. Coelho e Dsa. Abigail S. Coelho