Educação dos filhos

Pais não podem transferir a responsabilidade que é deles

Ser responsável implica ter idade, daí a palavra responsabilidade.

Partindo desse pressuposto, vamos juntos analisar a coparticipação dos pais para a tão necessária coeducação dos filhos, como explica o dicionário  “Aurélio”: contribuir para a educação conjunta de indivíduos de ambos os sexos.

Contudo, vivemos num contexto em que a transferência de responsabilidades tem sido uma constante por parte de pais imaturos e despreparados para o exercício das suas funções. Essa falta de “competência” requer outro ensejo, devido à vastidão e complexidade do assunto.

Avós, outros familiares ou instituições, por mais responsáveis que sejam, não substituem nem suprem a falta dos pais biológicos, na sua totalidade.

A escola, a igreja e os abrigos muito podem contribuir para a formação da criança na transmissão de conhecimentos úteis e indispensáveis à educação, porém aos pais é dada por Deus a incumbência de habilitá-la devidamente.

Pode-se dizer, sem medo de errar, que o lar é o berço de toda criança. É nele que os pais ensinam, apontam o caminho e dão o suporte indispensável para que ela aprenda e, de forma respeitosa e educada, viva em sociedade. A construção do caráter é resultante das instruções e regras do cotidiano que toda criança vive.

Portanto, os pais são os instrumentos de Deus para a devida integração dos filhos, na amplitude do ambiente social em que eles estão inseridos.

 

Mis. Yldecir de Morais Dias, Sofap Morada da Serra, Cuiabá (MT) – Resofap Matogrossense

Nenhum comentário

Comentários estão desativados