Voluntariado: O amor transmitido em ações

“Pois eu tive fome, e vocês me deram de comer; tive sede, e vocês me deram de beber; fui estrangeiro, e vocês me acolheram; necessitei de roupas, e vocês me vestiram; estive enfermo, e vocês cuidaram de mim; estive preso, e vocês me visitaram. (…) Digo-lhes a verdade: O que vocês fizeram a algum dos meus pequenos irmãos, a mim o fizeram”. Mateus 25: 35-36, 40

Atualmente muitas mulheres se questionam como falar do amor de Deus fora do espaço físico da igreja e sem ter o cargo de missionárias. A resposta é muito simples, viva um cristianismo prático, igual o apresentado nos Evangelhos.

Uma dessas maneiras é através do voluntariado, em que você dedica um pouco do seu tempo para dar atenção, alegria e amor a alguém desconhecido. A passagem bíblica acima deixa claro a importância do voluntariado, pois toda boa ação é recebida nos céus como tendo sido feita para o próprio Cristo.

Não é difícil encontrar uma causa pela qual se doar, basta abrir os olhos e o coração.

Realizo voluntariado há aproximadamente um ano, em alguns dias do mês em diferentes hospitais da capital de São Paulo. Em um grupo de 20 pessoas caracterizadas de palhaço fazemos visitas nos leitos. Lá me chamo Lilica e minha única intenção é fazê-los esquecer por um momento o que estão vivendo. Às vezes, depois de um dia de trabalho, a única vontade é de ir para casa, mas me lembro de que para algumas pessoas somos a única visita. Muitos perguntam quanto recebemos, e digo que meu pagamento são os sorrisos, as risadas, os choros de alegria, ou ouvir que parecemos a própria família visitando cada paciente.

O Voluntariado não tem idade, sexo, profissão ou hora certa para iniciar. Por isso, aproveite essa nova descoberta e plante amor. O amor é transmitido em ações, seja ensinando alguém a ler, recolhendo roupa ou mantimento para doação, visitando os presos, enfermos, lendo para uma pessoa analfabeta… são tantas opções, que com certeza uma se encaixa em seu perfil e tempo. Ore e peça para o Espírito Santo te guiar nessa nova jornada e junte-se a algum grupo de voluntários.

Por: Angelita Faria Marques de Oliveira, Congrega na IAP de Guaianases/SP, Professora de Educação Especial

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