Tesouros escondidos

“Dar-te-ei os tesouros escondidos e as riquezas encobertas, para que saibas que eu sou o Senhor, o Deus de Israel, que te chama pelo teu nome.” (Isaías 45. 3)

Era uma vez…

Quando se pensa em tesouros escondidos, o que primeiro vem à mente é uma história de aventura, cheia de suspense, com pessoas correndo freneticamente atrás de pistas para desvendar segredos e transpor muitos obstáculos para, finalmente, encontrar o tesouro e, preferencialmente, que isso seja feito pelo mocinho da narrativa.

E por que essa corrida atrás do tesouro escondido?

Porque esse tesouro é apresentado como sendo uma grande porção de dinheiro, objetos preciosos e/ou coisas que tenham muito valor.

Se na ficção é assim que acontece, na vida real a situação não é muito diferente. Se tem algo que exerce muita atração ao ser humano é o dinheiro, o poder e os bens materiais.

Diga-se, de antemão, que não há qualquer problema em buscar essas coisas, desde que seja feito com equilíbrio.

A grande questão surge quando o coração está depositado em tais coisas, de modo que são levados à perdição aqueles que se encantam por elas, pois nada mais são do que falsos tesouros.

Ao contrário disso, a Bíblia é o grande terreno em que se encontram depositados os verdadeiros tesouros, os quais não são corroídos pela traça e a ferrugem, nem tampouco são roubados pelos ladrões, vez que consistem em verdadeiros tesouros.

Esses tesouros espirituais não estão escondidos, mas Deus os revela e concede a todos que, pela fé, se rendem a Jesus Cristo.

Ainda, a Palavra afirma que quem busca ajuntar os tesouros verdadeiros não os perderá, porque os acumula no céu.

E nós, estamos indo em busca de quais tesouros: dos materiais e escondidos, incapazes de saciar a ambição humana, ou dos espirituais, revelados e concedidos pelo próprio Deus àqueles que buscam fazer a sua vontade?

Margareth Alves Rebouças Covre, secretária da Fesofap, Sofap em Vila Medeiros (SP)

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