Cumprindo meu chamado como Esposa

“E disse o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora idônea para ele. ” (Gênesis 2:18)

Deus fez todas as coisas com um propósito, e quando criou a mulher não foi diferente. A ela foi dado o papel de ser companheira e auxiliadora idônea do homem. Desde aquele dia então, recebemos um chamado eterno do Senhor para executá-lo com muita destreza, prazer e excelência. Aos olhos do Criador, a ajudadora deve ser íntegra, competente, estar pronta a socorrer e ser moralmente correta.

Desse modo, podemos refletir que cumprimos nosso chamado como esposa quando: intercedemos pela vida dos nossos maridos, os encorajamos frente às incertezas, o consolamos no momento da dor, o honramos com nossas palavras e atitudes, quando damos suporte, quando estamos aliançadas com os nossos esposos, quando mostramos aos nossos filhos, com amor e respeito, a posição de autoridade do esposo, e que ter autoridade não é ser opressor. Que homem não quer ser respeitado dentro de sua própria casa?

Muitas mulheres cristãs ainda tem dificuldade de entender a submissão (viver a mesma missão) citada em Efésios 5:22 como uma norma divinamente inspirada e que deve ser seguida. E quando isso acontece, o ambiente do lar acaba por se tornar um lugar de competividade e discussões.

Ser uma esposa sábia e prudente é priorizar Cristo e a família, e não colocar o coração na carreira em detrimento do seu lar. A realização profissional é uma bênção divina, mas jamais deve colocada em primeiro lugar em nossas vidas.

Cumprimos nosso chamado como esposa quando cuidamos do nosso interior, por exemplo, através das práticas devocionais (leitura e meditação da palavra, oração, descanso, solitude, alegria, solidariedade, entre outras), quando cuidamos da saúde, quando conhecemos o nosso corpo e o respeitamos, e, também, quando nos unimos em uma só carne com o marido.

A professora Paula Coatti em uma de suas palestras disse uma frase que ficou marcada para mim: “Devemos ser a esposa e a amante de nossos maridos”. Parece ser uma expressão forte, mas interpretada à luz da Palavra de Deus entendemos como uma forma de fortalecimento do amor e intimidade do casal.

Ser uma mulher moralmente correta é de suma importância, principalmente nos dias em que vivemos, pois temos em nossas mãos o dom de influenciar o homem e também o de criar (ensinar, educar, conduzir) outros homens com esses princípios morais e espirituais. Sobre isso escreveu acertadamente Abraham Lincoln: “A mão que embala o berço governa o mundo”. E o sábio Salomão: “A mulher sábia edifica o seu lar”, afinal a primeira educadora de nossas vidas são as mães!

Esses princípios se encaixam para as mulheres de esposos que professam a mesma fé e para as que vivem em julgo desigual, pois devemos ter sempre em mente o seguinte versículo: …mulheres, sujeitem-se a seus maridos, a fim de que, se alguns deles não obedecem à palavra, sejam ganhos sem palavras, pelo procedimento de sua mulher, observando a conduta honesta e respeitosa de vocês.1 Pedro 3:1-2.

Que Deus nos ajude a desempenhar o chamado divino de ser esposa com excelência!

Por: Lucilene Vanni esposa do Dênis Vanni, mãe da Laura e do Lucas congrega na 1° Igreja Adventista da Promessa em Jales