O passado condena você?

As experiências do passado nos deixam marcas, mas jamais devemos nos prender a elas

Quem nunca ouvir falar sobre esta expressão popular?

Muitas pessoas não conseguem tirar da cabeça esta frase.

Cantam que o choro pode durar uma noite inteira, mas pela manhã, a alegria ainda assim não vem.

Fico pensando se realmente a mulher pega em flagrante adultério e que seguiu a sua vida após não ser condenada por Cristo, não acordou no dia seguinte sem o peso do pecado.

As experiências do passado com certeza nos deixam marcas, nos fazem amadurecer, mas jamais devem nos prender a elas.

O apóstolo Paulo reconhece que não poderia permanecer nele. No passado.

Teria motivos para se sentir triste e envergonhado com ele, porém reconhece que, se no passado se prendesse, jamais alcançaria o objetivo da sua caminhada.

Veja como Paulo trata disso: “esquecendo-me das coisas que ficaram para trás” (Efésios 3.13 – NVI).

Este Paulo é o mesmo que, sendo Saulo, segurara a capa dos perseguidores dos cristãos que assassinaram brutalmente Estevão. Perseguiu cegamente aqueles que aceitavam os ensinamentos de Cristo e de seus discípulos.

Com um passado assim, será que Paulo não teria motivos para viver envergonhado? A resposta é clara: não!

Veja o que Paulo nos Ensina: “e avançando para as que estão adiante…,” (Efésios 3.13 – NVI)

Quem entende o plano de redenção, não olha, não lembra e não volta a viver as velhas práticas do passado.

Sempre teremos desafios ao longo da caminhada. Problemas, incertezas, tristezas. Mas é pra frente que se caminha. Há um alvo e um objetivo para aqueles que foram “resgatados por um alto preço”.

“Prossigo para o alvo, a fim de ganhar o prêmio do chamado celestial de Deus em Cristo Jesus.” (Efésios 3.14 – NVI)

Fonte: Portal IAP