Feliz planejamento!

O ano 2016 já está com seus os dias contados! Numa breve retrospectiva, o desemprego, a inflação e tantos outros males na economia e na política fizeram com que a tão temida “crise financeira” fosse o assunto mais comentado do ano. Seja, direta ou indiretamente, todos nós brasileiros fomos penalizados e “obrigados” a nos adaptar à nova realidade: famílias com salários reduzidos, demissões, dívidas, carrinhos dos supermercados cada dia mais vazios, etc.

Diante deste cenário, somos encorajados à MUDANÇA. Por mais difícil que seja, a verdade é que nesta fase de escassez também aprendemos (e muito”), e podemos sim, fazer um 2017 diferente. E isso não é um clichê de final de ano.

Entre tantas promessas, planejar as finanças é mais do que possível, é uma necessidade. “Pois qual de vós, querendo edificar uma torre, não se assenta primeiro a fazer as contas dos gastos, para ver se tem com que a acabar?” (Lucas 14:28).

Quando se fala em planejamento financeiro, logo vem à mente planilhas, cálculos e mais cálculos. E é isso mesmo! Não dá para fugir dos números quando o assunto é orçamento familiar. Então reúna a família (e aqui é importante mesmo que todos participem), papel e caneta na mão e anote aí:

 

1) Receitas x Despesas: não existe fórmula mágica, o bom e velho método de detalhar as receitas e despesas ainda vale ouro! Só assim será possível “visualizar” o quanto sua família ganha versus o quanto sua família gasta.

 

2) Avalie: em função da planilha acima, teremos três cenários:

  • Saldo positivo: Sinal verde – significa que suas contas estão equilibradas e ainda terão dinheiro sobrando para poupar e para possíveis emergências que possam surgir.
  • Saldo zero: Sinal amarelo – neste caso vocês também estão em dia com as contas, entretanto poderão ser pegos de surpresa com despesas inesperadas.
  • Saldo negativo: Sinal vermelho – aqui a situação é crítica e exige atenção redobrada, pois provavelmente já estão endividados e a única solução é a mudança.

 

3) Mude seus hábitos: cortar gastos não é uma tarefa fácil, principalmente quando implica em deixar de fazer (ou ter) coisas que gostamos. Infelizmente, mesmo que por um período, é indispensável reavaliar as despesas e conscientizar a família que todos precisam colaborar. E aqui vale tudo: trocar as idas no shopping por um passeio no parque (faça um piquenique!), reúna os amigos em casa ao invés de ir ao restaurante; consumo racional ao invés do consumo por impulso, faça a pergunta: eu realmente preciso disso?; quando for ao supermercado leve uma lista de compras e atenha-se a ela; pesquise preços e peça descontos.

 

4) Ore: Sim, Deus se importa com nossa vida em todos os aspectos, inclusive o financeiro. Veja: “e, se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente…” (Tiago 1:5). Então, aprenda, pratique e lance “…sobre Ele toda a vossa ansiedade, porque Ele tem cuidado de vós” (I Pedro 5:7).

Feliz Ano Novo!

Por: Hélida Maia Vasconcelos Dias

 

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