O dia em que a morte morreu

A morte é uma questão desafiadora para todos os indivíduos. Dar adeus a alguém querido é algo que queremos evitar a qualquer custo. Mas a vida é como é, e não como gostaríamos que fosse. Muitas vezes, quando menos esperamos, nos é imposta a convivência de uma saudade. Todo aquele que faz parte do nosso mundo, ocupa um espaço exclusivo, e perder significa espaço vazio. A razão da dor causada pela morte é simples, porque fomos criados para viver e não para morrer.

Mas também poderíamos afirmar que a compreensão da morte está na dimensão da fé, por não ser algo mensurável aos olhos naturais. Em relação a morte, o Filho de Deus afirmou: “Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá; e todo o que vive e crê em mim não morrerá, eternamente. Crês isto? ”.  – João 11:25, 26. Como poderia dizer palavras tão ousadas? Não seria exagero garantir a solução para o pior problema humano, a morte? Quando compreendemos Jesus, concluímos que estas palavras foram reais e revestidas de humildade. Jesus é maior que o Seu testemunho verbal.

Quando a vitória sobre a morte foi pronunciada, a ressurreição ainda estava em projeto. Mas após a morte de Jesus, o pagamento do alto preço do pecado, o sepultamento de três dias num túmulo frio, Jesus voltou a viver, vencendo definitivamente a morte. Foi aí que a morte morreu. Mateus escreveu: “E eis que houve um grande terremoto; porque um anjo do Senhor desceu do céu; chegou-se, removeu a pedra e assentou-se sobre ela. O seu aspecto era como um relâmpago, e a sua veste, alva como a neve. E os guardas tremeram espavoridos e ficaram como se estivessem mortos”. – Mateus 28:2-4. Não importa quantos soldados romanos guardavam o local, ou quanto pesava a pedra do sepulcro. Poderia estar ali os soldados de todos os tempos e todas as montanhas do universo. Nada, absolutamente nada, poderia impedir Jesus de ressuscitar. Ele é o Senhor da vida.

Quando Maria, de madrugada visitou a sepultura, ouviu palavras angelicais que o mundo jamais ouviu, e que foi suficiente para mudar a história: “Ele não está aqui, porque já ressuscitou” – Mateus 28:6. O contraste dos demais túmulos é enorme. Enquanto todos anunciam um “aqui jaz”, o de Cristo: “Não está aqui”. Naquele memorável instante, Jesus estava vencendo o desespero, a dor da separação, as trevas…a morte. A oportunidade aberta foi de esperança, de alegria, de vitória, de recomeço… de vida para a humanidade.

A materialização desta vitória para o povo de Deus, acontecerá de forma completa e definitiva, na segunda vinda do Messias, a qual será visível, pessoal e na companhia dos Seus anjos.  I Ts. 4:16-18 e Ap. 1:7.

A morte já morreu, celebre a vida, hoje e sempre, com Jesus.

Pr Elias Alves Ferreira

 

 

Nenhum comentário

Comentários estão desativados